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Moraes mantém restrições na prisão domiciliar de Bolsonaro

Fihos do ex-presidente — Flávio, Carlos e Jair Renan — têm a visitação restrita,  em dias e horários determinados, duas vezes por semana. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil).
Fihos do ex-presidente — Flávio, Carlos e Jair Renan — têm a visitação restrita, em dias e horários determinados, duas vezes por semana. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil).

A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, é cercada por um esquema restrito de segurança e de visitação.


O acesso é livre apenas para a esposa, Michelle Bolsonaro, a filha do casal e a enteada, que moram na mesma casa.


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Ouça a reportagem de Renato Ribeiro, da Rádioagência Nacional

Os outros três filhos do ex-presidente — Flávio, Carlos e Jair Renan — têm a visitação restrita, em dias e horários determinados, duas vezes por semana.


O ministro Alexandre de Moraes, inclusive, negou um pedido da defesa de Bolsonaro para que eles tivessem livre acesso à residência.


Segundo Moraes, a substituição do local de cumprimento da pena não se confunde com a progressão para um regime mais brando.


Assim, Bolsonaro continua a seguir as regras e restrições do regime fechado, ainda que esteja em seu domicílio.


O ex-presidente começou a cumprir os 90 dias de prisão domiciliar na última sexta-feira, quando teve alta hospitalar.


O acompanhamento da saúde é feito por três médicos e um fisioterapeuta.


Para os nove advogados, o acesso à casa também é limitado, com visitas em dias úteis, de segunda a sexta-feira, por apenas meia horas por dia.


Para as atividades de rotina, são cinco motoristas, três seguranças, duas empregadas domésticas, uma manicure e um técnico de piscina.

Da redação/Itapuama FM. Reportagem: Renato Ribeiro.

Edição: Ana Lúcia Caldas / Patrícia Serrão.

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